quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Chega de maças!


Gente, resolvi participar, depois de encerrado, do 4o concurso de blogueiras promovido pela Lola. Nao gosto muito da idéia de "concurso", porque isso me da a sensaçao de competição e eu sou daquelas que prefere nao jogar com medo de nao ganhar, pela pressão etc. Mas a idéia defendida pela Lola, é que os blogs sejam divulgados e que as pessoas possam se conhecer. E, como eu conheci muito blog legal através dos concursos anteriores, resolvi participar deste sem maiores frescuras. O concurso foi dividido em três partes e, caso eu entre, sera somente na terceira, mas vocês ja podem ler e votar pra primeira etapa. Entao, um, dois, três, la vai: A origem do meu feminismo.

::

Estava eu lendo um livro à sombra de uma arvore quando, de repente, uma jaca caiu na minha cabeça. Aquele caso curioso provocou em mim um lampejo de auto-observação e, depois de assistir a um rápido filme que se passava pela minha cabeça sobre minha vida, me veio uma revelação extraordinária: "eu sou feminista!" - talvez o caso se torne ainda mais insolito pelo fato de que a arvore era uma macieira. Mas isso nao importa. O que importa é que minha vida mudou a partir dali. 

Ok, as coisas nao aconteceram assim. Na verdade, o processo foi menos romântico e levou mais tempo do que eu gostaria. Ironicamente, me tornei feminista graças a convivência com machistas. Afinal, leitor, sabe você o que significa crescer num dos estados mais machistas do Brasil? Pois eu vou te contar o que é. 

Meus pais nasceram em Campina Grande, interior da Paraíba e, meus avos, nasceram num interior ainda mais interior - tao interior que eu nem sei aonde fica. Nao fui um primor de inteligência, nem dispunha de um senso critico aguçado: sempre fui muito feliz com minhas Barbies, os carrinhos de bebês e as vassourinhas de brinquedo. Também aproveitei bem das "brincadeiras de menino" por ter dois irmaos. Era a única menina na minha escola que sabia fazer uma pipa ou lançar um peão sem perder um olho. Mas nossa irma nasceu e, como eu já tinha nove anos de idade, poderia me ocupar, além das tarefas domésticas, das fraldas cagadas da pequena. Questionada pela razao daquela injustiça, minha mae respondia com naturalidade e inocência: "porque você é mulher. Ou você quer que seus irmaos limpem a bunda da sua irma?" (Bom, na verdade, eu queria). "Prefiro que você lave os pratos, porque seus irmaos nao sabem fazer direito". Eh que se podia ler nos meus cromossomos algo como "Born to be dishwasher". 

Eu, como uma lady que sou, esperneava e gritava. Nao adiantava: centenas de anos de tradiçao estavam contra mim. Minha boa mae, que tinha aquele machismo cravado na pele, nem se dava conta do que estava falando quando dizia que eu deveria aprender a cozinhar porque, do contrario, no dia em que eu casasse, o marido morreria de fome. Meu irmão tinha liberdade pra dizer que ia dormir na casa da namorada. Se eu fizesse o mesmo, eu nao teria os 24 dentes na boca. Meu pai disse que ia escolher meus namorados. Minha mae dizia que falar palavrao nao ficava bem em uma mulher. Um inferno.

A vida de certas amigas igualmente me davam arrepio. Tinha aquela que fechava os livros, em plena época de vestibular, pra fazer o jantar do irmão (que ficava na sala com as pernas pro ar, gritando a fome e devolvendo o prato de comida caso este nao estivesse bom o suficiente pro seu paladar). E aquela outra que me revelou que nao iria perder a virgindade antes do casamento porque nao saberia com que cara olharia pro pai quando chegasse em casa. Ora, cara de quem deu, ué.

Anos depois, conheci o amado e resolvemos nos casar por meras questoes burocraticas (facilitar minha entrada e estadia no pais em que ele nasceu). O casamento era coisa simples (casei de jeans e All Star), mas minha avoh, temendo pela minha honra, me preveniu pra tirar fotos com o juiz, do contrario, eu ficaria mal falada, as pessoas iam pensar que eu tinha apenas me amancebado*. E contou historias de meninas do interior que, nao podendo casar como gostariam, se vestiam de noivas e tiravam fotos pra mostrar a sociedade que mereciam respeito. E nao ha nada pior pra uma mulher que a perda de seu himen sua honra. Minha prima, por exemplo, antes de casar, foi obrigada pelo meu tio a ir no ginecologista pra comprovar sua virgindade. 

*Viver como casada sem o ser

Eh natural que meus pais tenham reproduzido a educação machista que receberam da sociedade e dos meus avos. Por isso, me indago sobre o que me levou a me distanciar da cultura machista da minha família, do meu estado, do meu pais. O que faltou pra prima que cresceu comigo tornar-se feminista? Qual foi o momento que permitiu que eu tivesse esse comportamento quase fobico em relação ao machismo? Sinceramente, soh tenho uma explicação plausivel: foi a jaca. 

31 comentários:

disse...

Aêêê, que legal! Estava faltando vc no concurso. Tb nao curto muito a idéia de competiçao, mas é muito bacana a oportunidade de conhecer outros blogs. Coincidentemente tirei a tarde de hoje para ler todos os textos (acredite se quiser, nao tenho nada pra fazer no trabalho, so' aqui na França acontece isso). Inclusive ja' coloquei quase todos no meu Google Reader. Quando terminei de ler o ultimo post, vi que vc acabou de postar! So' que agora vc vai complicar a minha situacao na 2° parte do concurso....

Clara Gurgel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Clara Gurgel disse...

Oi,inesquecível!rs Bom,primeiro obrigada por ter "aberto a minha gaveta"(o meu blog).Adoro visitas! Muito bom o seu texto.Fechou "redondinho" na jaca. Adoro seus posts.São "fortes".Vivo sempre por aqui e continuarei vindo.Parabéns pelo blog e legal que vc resolveu participar do concurso!Bj "ARREVUÁ!"

Caso me esqueçam disse...

dé: pior que ja li um post que me fez pensar "seria ridículo votar em mim mesma depois de um post desses" hehehehe mas bom, o concurso ja ta andando como eu queria: adicionei dois blogs aos meus favoritos. leitura nova! :D

clara: vai ficar parecendo cantada, mas... você vem sempre por aqui? :) que bom! pena que nao tenha comentado antes, se nao fosse pelo concurso, eu teria demorado a conhecer teu blog. muito bom!

Amanda disse...

Oba! Legal que vai dar tempo de vc participar! A Lola vai fazer uma terceira etapa, é isso?

Adorei o texto, não sabia que vc vinha de um mundo tão machista assim. Ja tive pesadelos com historias que vc contou envolvendo eguas, etc e tal, mas acho que essa me chocou ainda mais.

So uma coisa a dizer: Bendita jaca!

Acho que deveriam plantar mais macieiras na Paraiba... Como estao suas amigas?

Borboletas nos Olhos disse...

Que post fofo! Eu escrevi um post pra não participar do concurso da Lola, mas a Rita fica me incentivando, sei não, se rolar esta terceira etapa mesmo vou acabar me "candidatando". Já li todos os concorrentes da primeira fase, mas meu preferido é mesmo o da Rita (rsrsr). Mas sua jaca fez bonito, viu. E eu também estou me encantando pelos demais blogs. Só não sei onde vou arrumar tempo pra ficar lendo tudo isso. Quem sabe tiro uma licença-prêmio?

Caso me esqueçam disse...

amansa: velho, eu nao sei se ela vai fazer uma terceira etapa, acho que vai depender do numero de inscrições. mas ela avisou no tt que gostaria de inscrever mais posts, por isso fiz esse. depois, nao sei.

ih, rapaz, nao eh querendo ser a sofredora, mas o que eu contei foi 1/100 do que ja aconteceu, se eu fosse contar mais historias ou entrar em qualquer detalhe, você ia se surpreender. mas ainda ha muito tempo pra falar sobre isso. soh esqueci de falar no texto sobre minha ame, o mais importante. farei um outro post sobre ela depois. sim, mas... que historia da égua eh essa? hahahaha

e essas amigas nao sei por onde andam. a do vestibular eu encontrei muitos anos depois e estava na mesma. morando com os pais machistas. o pai pastor, aquela repressão. e opa! a da virgindade também! o pai eh pastor hehehe essa aih tem namorado que soh pega na mao dela. desperdício de vida.

borboleta: nao me deixe sozinha! posta também, assim a gente participa do concurso. mal nao pode fazer. também li os posts e mesmo assim entrei nessa. hehehe vi dois blogs muito legais, vamos la! "você soh tem a ganhar" :D

Borboletas nos Olhos disse...

Oi, eu já me "ofereci" lá no blog da Lola. Creio que, além de postar aqui, você tem que ir até a caixa de comentários e colocar o link pro seu post. Bjs

Ashen Lady disse...

Ótimo texto. Me identifiquei tanto porque meu feminismo nasceu da mesma forma, dentro de casa, observando o machismo, que nem era tanto assim, mas ainda assim me atingia.
Eu nunca quis casar mas acabei casando no civil, super simples, mais por causa dos meus pais, sempre vi o constrangimento deles quando se referiam ao meu irmão que não casou na igreja nem no civil, e por causa da minha sogra evangélica também, que andou soltando (in)diretas pra mim que mulher que fazia sexo antes do casamento era prostituta, a vontade que eu tive quando ouvi isso era perguntar se ela sabia exatamente o que significada prostituição, mas como argumentar com alguém que diz que fala com deus e ele responde, melhor mesmo foi não arrumar confusão, afinal era só uma formalidade.

Caso me esqueçam disse...

borboleta: otimo! :D fui la na lola chorar meu post :)

ashen: hahahaha realmente, a gente nao pode ficar respondendo a todo mundo. quando minha vo disse o que disse, eu me limitei a rir, afinal, vou contrariar minha voh que tah perto dos 90 anos? mas diz a sua sogra que a ultima pessoa que falou com deus foi joana d'arc e... bom, sem happy end. :D

Rita disse...

Hehehehe.... esse concurso vai ser ainda melhor que o anterior, com esse tanto de gente boa! Acho que a Lola um dia vai acabar mudando o nome de "concurso" para outra coisa que evidencie ainda mais o grande barato da coisa: a troca. Sei lá, algo como 5º Grande Troca-Troca de blogueiras!! Sem outras conotações, claro.

Ah, a jaca: morri de rir, claro, e passei mal de tanta história maluca. Nem vou começar a trocar figurinha...

Feliz que vc entrou, feliz, feliz!
Vc vai ver o tanto de gente bacana que vc vai "conhecer"!

Beijocas!!
Rita

S. disse...

menina, sei bem como é o machismo, Tô quase escrevendo o meu post tb. rrsrsrsr. beijinhos

Ge disse...

olha, adorei seu post, seu blog e sua visita! acho mesmo que a parte mais importante deste concurso é essa. fazer a gente conhecer blogs legais, pessoas bacanas!
;*

Glória Maria Vieira disse...

Jaca da mazela, Chefa! UASHAUHSUAHSUHAUHSAUAHSUHAU Essa é o cão mesmo. Vou mandar jogar um pé de jaca nos projetos de cabeça dos potoqueiros machistas. /er

Bom! Que barato! Eu também tô pensando em fazer um texto sobre, mas não quero participar do concurso, porque.... É! É isso aí! UAHSUAHSUAHSUAHSUHAUSHAHSUAH Porque também eu não sei o que dizer direitinho já que nunca falei com a propriedade que gostaria sobre essa bandeira que levantamos, Chefa!=\ Mas vou tentar pelo menos... E AH:

Dispomos da "mesma história", chefia. Porque mamis... dizia AS MESMAS COISAS. Aliás, DIZ! ¬¬

Lara disse...

Adorei a parte da Jaca!!!
Você realmente deveria ter participado.

Carol Nogueira disse...

Putz... Você tem minha solidariedade...
Tenho uma prima que é de João Pessoa, adora a cidade, ama tudo lá, mas se prometeu que não volta mais pra lá nas férias. Tudo porque não aguenta as perguntas "não casou ainda?!"! Claro que não é exclusividade da Paraíba, imagina... Todos os dias ouvimos coisa parecida em todo canto...
Adoro seus textos! E acho que o Google também! :O) Beijão

Iara disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Iara disse...

Luci, adorei seu post. O que você conta não me espanta, apesar de ter tido a sorte de ter vivido coisas bem diferentes. O machismo não imperava na minha casa, mas na dos meus parentes era a regra. Meu irmão sempre educado pra fazer tarefas domésticas, e sempre viu meu pai fazendo, por exemplo. Mas na família inteira, lado do paterno e materno, meu pai é o único assim. No mais, minha mãe se constrange um pouco pelo fato de eu não ser casada formalmente, mas meu pai não está nem aí pra isso. Enfim, que bom que você está bem. É uma luta, né?

Caso me esqueçam disse...

rita: po, tai! eu ia dizer pra lola que essa palavra concurso pode afugentar um pouco as pessoas, mas nao tinha ideia de um novo nome. "troca" eh uma boa. vou comentar com ela depois sobre isso. hihihi

s: vamos la! to-da mulher tem uma historia dessas pra contar, hei! toda. :T

ge: que bom entao que eu escrevi esse post porque, mesmo que nao haja uma terceira etapa do concurso, ja tou satisfeita por essas boas visitas aqui e por ter lido bons blogs por ali :)

gloria: vaaaaaaaai, vice! que otima ideia! você TEM que escrever! :D ok, nao eh uma ordem, heuheuehe mas seria muito legal ter ideia do machismo que por ventura tenha cruzado tua vida. a gente te conhece melhor, o pessoal conhece melhor teu blog! que legal! faz um post sobre! fala do machismo da tua terra, sei la...

go go, gloria! gloria!

lara: hehehe obrigada!

carol: é, infelizmente, nao eh soh na paraíba. infelizmente. se o povo ja coloca pressão pra arrumar um namorado, imagina pra casar! credo. é por essas e outras que eu vou ficando por aqui pela frança. ainda nao bateu aquela vontade de voltar. :(

iara: porra, eu TENHO (e vou) fazer um segundo post sobre o machismo la em casa (na PB...). comentei tudo muito superficialmente. que sorte que seu pai era assim! serio, que bom! meu pai odiava qualquer macho que se aproximasse de mim. soh engoliu camilo porque falamos na palavra "casamento". ;)

Clara Gurgel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Clara Gurgel disse...

Oi Luci, sou eu de novo!Dois comentários num post só? Tá vendo? Para quem nunca comentou aqui,já tô ficando abusada. Me dá corda,que "cê" vai "vê"! rsrs
Pois é, quando disse que venho sempre aqui,na verdade, esse "sempre" começou por volta do "meu primeiro beijo".Não conhecia muito esse universo da blogosfera.Me familiarizei mais agora,quando comecei a frequentar o blog da "subversiva" Lola.Mas lembro que o seu blog ainda tinha o design antigo.Nunca comentei nada,porque vc tem tanta coisa legal prá contar que prefiro "ouvir prá aprender"!Por falar nisso...O quê é isso sobre Berlim? Um verdadeiro tratado!Depois vou ler tudim! É isso... vou colocar minha carinha ali do lado(que por sinal não é minha)e te seguir mais de perto,ok?Bj!

::: Luís Venceslau disse...

Do jeito q tu fala, dá pra ter uma pálida noção da barra q foi por lá.. Felizmente onde eu fui criado as regras pros homens eram as mesmas pras mulheres, dentre elas: ninguém nasce pra ser servido, e os afazeres não fazem o pinto cair.

E tu não vai falar de Praga, não? Quer dizer, sei nem se tu foi lá mesmo..

Mariana disse...

Adorei! ganhou facil meu voto!!! hehehe

Caso me esqueçam disse...

clara: "Nunca comentei nada, porque vc tem tanta coisa legal prá contar que prefiro 'ouvir prá aprender'" - nossa, me senti a dona benta agora! hahaha pois deixe de coisa, que se eu quisesse falar sozinha, eu nao abriria espaço pra comentários. a caixa tah aqui pra isso, pra que vocês escrevam (uma, duas, três, quatro vezes, quantas quiserem). quanto aos posts de berlim, ainda tem mais um hehehe mas prometo que sera o ultimo ;)

luluis: parece que as maes se dividem: ou pedem e exigem ajuda dos filhos E filhas, ou deixam tudo pra meninas. credo! e fui sim pra praga, ate segui teu conselho de ir na praça venceslau. depois me dei conta que ela eh passagem obrigatória na cidade. muita massa!

mariana: otimo! depois entao a gente acerta aqueles 20$ ;)

lola aronovich disse...

Ha ha, começou bem o post, com a jaca caindo na sua cabeça!
De repetendo o próximo concurso eu chamo de Troca-Troca de Blogueiras, como sugeriu a Rita! Quer dizer, acho que ainda precisamos de um nome melhor!
Abração a todas as revolucionárias fofinhas!

Wonderwoman disse...

A jaca. Adoreeeeeeeeeeei!
Realmente esse concurso-troca tem me levado a conhecer tanto blog e tanta gente incrivel, com historias pra contar.
Adorei e ja adicionei o blog,.
beijos

Mari Biddle disse...

Oi! Amei seu post! Eu sou do interior do interior também e fiz/faço as mesmas perguntas e porquê não deu o mesmo revertério em minhas primas tal qual deu em mim - e nem teve jaca na história. O Nordeste todo é muito machista. No interior da BA também é assim..mas como disse alguém ai acima 'não é exclusividade do nordeste não'. Infelizmente. Na minha terra ainda se tem uma obessessão por himem que valha meu pai!


Enfim, bjokas!

Nathália. disse...

Tremendo post! Curti, dá vontade de ler, e vou rindo no meio do caminho, e me perco nas ironias, e me encontro no humor... Concorrente e tanto! (estamos as duas participando da mesma etapa), mas é um prazer enorme saber que tem tanta gente boa pregando o feminismo por aí!
Beijos!

Ághata disse...

Huahuahuhaa, muito bom seu texto!

[Nossa, me deu uma agonia do caso da menina que fecha os livros pra fazer o jantar do irmão...]

Renata de Oliveira disse...

Luci,

Nossa, não tinha lido o seu, sua tartaruguinha! Eu viajei, ficou dificil acessar a rede, agora estou de volta, com mais uns dias de férias, vou me atualizar lendo (e relendo) todos os posts inscritos.
Adorei o seu.
Seu jeito de escrever é muito cativante, você escreve como se estivesse falando, prende a atenção, é o máximo!
Bjão e boa sorte (mas acho que o principal objetivo do "concurso" e da nossa inscrição já foi alcançado: essa imensa divulgação de todos estes blogs bacanérrimos!)

Somnia Carvalho disse...

Ola Luci!

nao cheguei a ler seu post na primeira leva por falta de tempo e acabei votando a partir da leitura dos poucos que tinha feito, o que foi uma pena.
Seu post e muito bom, gostoso de ler, reflexivo sem ser chato, bem escrito sem ser formal e piegas. Parabens!

vai ser dificil agora porque terei que migrar meu voto... acho... rs...

abracao, somnia

Talvez

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